Software

DDS-CAD VENTILAÇÃO

Software CAD / BIM para instalações prediais
(edifícios industriais, comerciais, residenciais, shoppings)

Soluçao

A solução Open BIM para projetos de instalações elétricas

DDS-CAD Ventilação

VANTAGENS:

Controle de registros (dampers) ajustáveis e difusores de ar Dimensionamento integrado ao projeto Cálculo automático de perda de pressão, vazão e ruído Certificação IFC pela buildingSMART Interface amigável, fácil e rápido de aprender Análise e prevenção automática de colisões entre disciplinas.

Ampla base de dados de produtos e objetos paramétricos Relatórios automáticos, listas de materiais, isométricos, etc

Qualidade

Feito por engenheiros de instalações, para você

O DDS-CAD Ventilação foi feito para você, que projeta e sistemas de ventilação e ar-condicionado, em CAD-2D ou em BIM-3D. Otimize seus projetos de ventilação industriais e sistemas balanceados para edifícios comerciais, residenciais, shoppings, etc, com os cálculos integrados e as funções de verificação automática.
Foco no que é essencial. O DDS-CAD é modular. Invista apenas no que vai usar.
Pronto para usar, direto da caixa. Priorize a execução dos seus projetos e não nas intermináveis consultorias de implantação e programações.
O fluxo de trabalho de um arquiteto, de um calculista de estruturas, de projetista de instalações, são diferentes, concorda? Então use um software que foi desenvolvido pensando em você, no seu fluxo de trabalho, no que é mais importante para a qualidade e produtividade do que faz.

Projetos

Projetos de usuários do DDS-CAD

 

A Artécnica adota o BIM nas instalações de um hospital, cujo projeto base de arquitetura foi feito em CAD-2D, e o retorno foi enorme.

A arquitetura do Hospital Unimed em Caxias do Sul foi desenvolvida em CAD-2D. Artécnica, empresa de consultoria e projeto de HVAC, teve a iniciativa adotar o BIM com o objetivo de otimizar seu projeto e contribuir com a execução da obra. “Foram necessárias somente duas semanas para modelar o prédio no DDS-CAD, então as instalações começaram a ser inseridas (ar-condicionado, água quente e fria, ventilação, automação etc.)” conta o eng. Anderson Rodrigues.

“Nós dimensionamos e modelamos todos os difusores de ar, conforme os dados do fabricante, assim como as unidades de tratamento de ar hospitalares e para conforto. Fizemos o dimensionamento, especificação e, por fim, o modelamento do equipamento que seria usado no projeto.” Agora esses elementos estão disponíveis na biblioteca aberta do DDS-CAD. “Sim, pagamos o preço de sermos os primeiros, mas o retorno é enorme. Para fazer alguma alteração, bastam dois cliques. Em 2D seriam necessários vários h/h de trabalho.”

Para atender aos requisitos de qualidade de ar em áreas hospitalares, ABNT NBR 7256 e (Anvisa), várias funções estão associadas aos sistemas de tratamento de ar, tais como aquecimento, arrefecimento, umidificação, renovação, filtragem, ventilação e desumidificação, além de pressurização do ar em determinado espaço.

Esses sistemas ocupam grandes espaços no hospital, nem sempre disponíveis ou de alto custo por m². “Com uso do DDS-CAD podemos alocar os equipamentos e definir com precisão a necessidade para estas instalações.”

Um local crítico nos hospitais são as salas de cirurgias. Rodrigues conta que, com uso do DDS-CAD, “podemos verificar todas as interferências na instalação do difusor de fluxo laminar sobre a mesa de cirurgia, bem como o trajeto dos dutos e área de piso que a unidade de tratamento de ar vai ocupar no piso técnico”.

A empresa vinha buscando um programa para trabalhar em BIM. “Chegamos à conclusão de que não precisávamos de um software de arquitetura com modalidade de instalações (MEP); precisávamos de um software de instalações nativo. E o DDS-CAD é isso, um software de instalações MEP, Open BIM.

O diretor da Artécnica também viu outras vantagens. “O DDS-CAD roda em computadores normais de qualquer escritório de engenharia (com i5 ou i7) sem precisar de workstations. Se adotássemos outro software, teríamos que mudar nossa base de computadores. O DDS-CAD se encaixou na nossa base de TI existente.”

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FAQ

Perguntas Frequentes

Uma busca rápida no Google vai mostrar respostas diversas. Por se tratar de um conceito abstrato muita gente define BIM (Building Information Modeling) de forma equivocada. É importante saber que BIM não é um software. BIM não é o modelo 3D que permite análise de colisões entre disciplinas, apenas. Após ler as mais variadas definições você chegará à seguinte conclusão: BIM é um método de trabalho no qual as informações, uma vez inseridas no modelo, permeiam todo o ciclo do projeto, passando pela concepção inicial, detalhamento, construção, uso, até a demolição. Esse fluxo de trabalho BIM facilita a criação de um ambiente colaborativo e, como resultado, um projeto melhor, com menos erros e melhor uso dos recursos (tempo e dinheiro).

O Open BIM é um contraponto ao formato proprietário, ou BIM fechado, afinal você deve escolher seu parceiro pela competência e não pelo software que ele usa, correto? Todo software tem sua limitação, mas isso não pode limitar a sua capacidade. O Open BIM é uma iniciativa da buildingSMART para realizar projetos em colaboração usando fluxos de trabalho abertos, padrões e processos transparentes e de livre utilização. Você deve ter o controle do seu modelo e não depender de uma versão de um software para ter acesso às suas informações. As construções são feitas para durar décadas, seu projeto também.

O IFC é importante para que você possa escolher livremente qual é o melhor software e trocar informações ao participar de qualquer projeto. O IFC (Industry Foundation Classes) é um formato de arquivo neutro e aberto, desenvolvido pela buildingSMART, para permitir a interoperabilidade em projetos dentro de um fluxo de trabalho BIM (Building Information Modeling) que realmente funcione. Escolha o melhor software para cálculo estrutural (análise e dimensionamento), detalhamento de estruturas ou instalações (MEP em sistemas prediais), que seja certificado para importação e exportação em IFC. Governos no mundo inteiro estão exigindo que projetos públicos sejam entregues em BIM com formato não proprietário, IFC, inclusive no Brasil.

Contratantes, no mundo inteiro, estão exigindo o BIM para reduzir entre 10% e 30% os custos de construção. Como? Reduzindo erros na execução ao facilitar a comunicação, ainda na fase de projeto, permitindo melhor estudo de alternativas, maior precisão, melhor gestão de tempo e recursos. Conclusão: um projeto em BIM tem um valor agregado maior, mas um custo final mais baixo ao longo das etapas da execução. Pense em quantos lugares e momentos diferentes você repete a mesma informação ao desenvolver o seu projeto. Qual é o impacto dos erros nas suas atividades, em recursos humanos, materiais e tempo? Se os softwares que você usa realmente apoiam um fluxo de trabalho BIM a produtividade, dentro de um escritório de engenharia, será maior, e a percepção de valor do seu cliente também. Um típico caso “ganha-ganha”.

Muita gente acha que o BIM é uma evolução do CAD, assim como o CAD foi uma evolução do desenho à mão. Mas pense bem: o CAD foi uma nova ferramenta, mas o processo básico de projetar continuou o mesmo, desde a época das pirâmides. Objetos representados por linhas em vários desenhos individuais (folhas ou arquivos). Com o BIM o processo mudou, o foco passa a ser o desenvolvimento do modelo e não a produção dos desenhos. Os desenhos são a consequência, um subproduto integrado a uma base de dados desse modelo. Ao alterar o modelo, todos os desenhos relacionados são alterados. Essa mudança no processo desbloqueou novas formas de trabalhar em equipe, com consequências tão amplas e profundas que não cabem nesta curta resposta. Se quiser saber mais, entre em contato.

A crise está exigindo otimização de recursos em todas as áreas, e o fluxo de trabalho BIM é um processo mais eficaz. Os projetos estão ficando cada vez mais complexos e requerem maior colaboração entre os envolvidos, que cada vez têm menos tempo. Os clientes estão demandando projetos em BIM e seus concorrentes estão adotando, de uma forma ou outra, o BIM. E no seu escritório, você continua fazendo no método tradicional CAD, e depois “entregando” o modelo BIM como uma etapa adicional, ou está incorporando o BIM que realmente funciona dentro dos seus processos?

Baseado na experiência do nosso time em quase 10 anos de implementação do BIM nas mais diferentes empresas encontrei alguns fatores de sucesso em comum. Primeiro pense em seu processo atual em termos de valor para seu cliente e como você pode entregar o que ele precisa, no tempo certo, na qualidade desejada, revelando todo potencial da sua equipe. Escolha o melhor software BIM para você usar, e não o software BIM mais usado, desde que ele seja Open BIM, certificado para exportação e importação de IFC (bidirecional). Comece por um projeto piloto, independente do tamanho ou complexidade, com um prazo de entrega duas vezes maior do que o planejado. Não inclua a pressão no prazo de entrega para um desafio que já é grande. A decisão firme da alta administração em entregar um projeto em BIM faz toda diferença. A equipe deve incluir gente aberta a novas tecnologias com gente experiente em como fazer. Essa é uma combinação de sucesso. Entre em contato que iremos ajudar você.

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