Software

DDS-CAD ELÉTRICO

Soluçao

A solução Open BIM para projetos de instalações elétricas

DDS-CAD Elétrica

VANTAGENS:

Certificação IFC pela buildingSMART Cálculo luminotécnico integrado e interface bidirecional com o DIALux e Relux Dimensionamento da fiação conforme IEC 60364 Interface amigável, fácil e rápido de aprender Análise e prevenção automática de colisões entre disciplinas.

Ampla base de dados de produtos e objetos paramétricos Relatórios automáticos, listas de materiais, diagramas, etc

Qualidade

Feito por engenheiros de instalações, para você

O DDS-CAD Elétrica foi feito para você, que projeta instalações elétricas em CAD-2D ou modela em BIM-3D. Otimize seus projetos de edifícios comerciais, residenciais, shoppings, galpões, etc, com os cálculos integrados e as funções de verificação automática.
Foco no que é essencial. O DDS-CAD é modular. Invista apenas no que vai usar.
Pronto para usar, direto da caixa. Priorize a execução dos seus projetos e não nas intermináveis consultorias de implantação e programações.
O fluxo de trabalho de um arquiteto, de um calculista de estruturas, de projetista de instalações, são diferentes, concorda? Então use um software que foi desenvolvido pensando em você, no seu fluxo de trabalho, no que é mais importante para a qualidade e produtividade do que faz.

Projetos

Projetos de usuários do DDS-CAD

A AMV5 identificou a necessidade de adotar um fluxo de trabalho Open BIM. Arquitetos e calculistas usam ferramentas diferentes. Trocar diferentes modelos usando o IFC funcionou muito bem

Em 2012 a AMV5 notou uma mudança na indústria da construção. Mais e mais empresas começaram a exigir a execução de projetos em BIM. Essa crescente demanda do mercado levou à decisão de investir em treinamento sobre conceitos BIM e implementação do BIM em seu escritório. “Queríamos dar o próximo passo usando as melhores ferramentas disponíveis em nosso mercado”, diz o diretor Ângelo Matos.


Os fatores decisivos para a escolha do DDS-CAD foram a maturidade do software, o fato de oferecer cálculos integrados e o dimensionamento automático. “O DDS-CAD fornece recursos essenciais que aumentam a produtividade da nossa equipe nos projetos mais complexos, sem perda de qualidade em nossas entregas.”


“O suporte técnico foi como uma consultoria BIM, nos dando segurança durante nossos primeiros projetos. Desde o início, vimos a necessidade de adotar um fluxo de trabalho Open BIM. Arquitetos e engenheiros estruturais usavam ferramentas de software diferentes, como ARCHICAD, Revit e TQS. Utilizar o formato de arquivo da IFC para trocar modelos entre as várias disciplinas funcionou muito bem para nós”, conta Ângelo.
Um dos primeiros projetos em que o AMV5 utilizou o DDS-CAD foi um prédio comercial de 28.000m2 em Brasília.

“Recebemos do cliente os projetos arquitetônicos em DWG e os engenheiros estruturais forneceram um arquivo da IFC produzido em TQS. Primeiro, modelamos o edifício no ARCHICAD. Posteriormente, importamos os arquivos IFC arquitetônicos e estruturais no DDS-CAD e iniciamos o projeto das instalações elétricas. Usamos ferramentas freeware como o DDS-CAD Viewer e o Tekla BIMsight para coordenar as diferentes disciplinas do projeto.”


Neste projeto a AMV5 se concentrou principalmente nas instalações elétricas. O dimensionamento dos cabos de alimentação, as cargas do quadro de distribuição, os diagramas elétricos detalhados, a criação de listas de materiais, os relatórios com cargas de circuitos e detalhes do cabeamento foram feitos automaticamente pelo DDS-CAD.


Ângelo conclui: “Como principais vantagens do uso do DDS-CAD, podemos citar o excelente suporte e o ótimo custo-benefício do software. Outros pontos importantes para nós são a possibilidade de trabalhar em Open BIM nativo, o ganho de produtividade da equipe e, especialmente, os recursos técnicos para detalhamento e dimensionamento, incluindo automação predial, além da integração com o DIALux e o software TRACE700 Air Conditioner da TRANE.”

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FAQ

Perguntas Frequentes

Uma busca rápida no Google vai mostrar respostas diversas. Por se tratar de um conceito abstrato muita gente define BIM (Building Information Modeling) de forma equivocada. É importante saber que BIM não é um software. BIM não é o modelo 3D que permite análise de colisões entre disciplinas, apenas. Após ler as mais variadas definições você chegará à seguinte conclusão: BIM é um método de trabalho no qual as informações, uma vez inseridas no modelo, permeiam todo o ciclo do projeto, passando pela concepção inicial, detalhamento, construção, uso, até a demolição. Esse fluxo de trabalho BIM facilita a criação de um ambiente colaborativo e, como resultado, um projeto melhor, com menos erros e melhor uso dos recursos (tempo e dinheiro).

O Open BIM é um contraponto ao formato proprietário, ou BIM fechado, afinal você deve escolher seu parceiro pela competência e não pelo software que ele usa, correto? Todo software tem sua limitação, mas isso não pode limitar a sua capacidade. O Open BIM é uma iniciativa da buildingSMART para realizar projetos em colaboração usando fluxos de trabalho abertos, padrões e processos transparentes e de livre utilização. Você deve ter o controle do seu modelo e não depender de uma versão de um software para ter acesso às suas informações. As construções são feitas para durar décadas, seu projeto também.

O IFC é importante para que você possa escolher livremente qual é o melhor software e trocar informações ao participar de qualquer projeto. O IFC (Industry Foundation Classes) é um formato de arquivo neutro e aberto, desenvolvido pela buildingSMART, para permitir a interoperabilidade em projetos dentro de um fluxo de trabalho BIM (Building Information Modeling) que realmente funcione. Escolha o melhor software para cálculo estrutural (análise e dimensionamento), detalhamento de estruturas ou instalações (MEP em sistemas prediais), que seja certificado para importação e exportação em IFC. Governos no mundo inteiro estão exigindo que projetos públicos sejam entregues em BIM com formato não proprietário, IFC, inclusive no Brasil.

Contratantes, no mundo inteiro, estão exigindo o BIM para reduzir entre 10% e 30% os custos de construção. Como? Reduzindo erros na execução ao facilitar a comunicação, ainda na fase de projeto, permitindo melhor estudo de alternativas, maior precisão, melhor gestão de tempo e recursos. Conclusão: um projeto em BIM tem um valor agregado maior, mas um custo final mais baixo ao longo das etapas da execução. Pense em quantos lugares e momentos diferentes você repete a mesma informação ao desenvolver o seu projeto. Qual é o impacto dos erros nas suas atividades, em recursos humanos, materiais e tempo? Se os softwares que você usa realmente apoiam um fluxo de trabalho BIM a produtividade, dentro de um escritório de engenharia, será maior, e a percepção de valor do seu cliente também. Um típico caso “ganha-ganha”.

Muita gente acha que o BIM é uma evolução do CAD, assim como o CAD foi uma evolução do desenho à mão. Mas pense bem: o CAD foi uma nova ferramenta, mas o processo básico de projetar continuou o mesmo, desde a época das pirâmides. Objetos representados por linhas em vários desenhos individuais (folhas ou arquivos). Com o BIM o processo mudou, o foco passa a ser o desenvolvimento do modelo e não a produção dos desenhos. Os desenhos são a consequência, um subproduto integrado a uma base de dados desse modelo. Ao alterar o modelo, todos os desenhos relacionados são alterados. Essa mudança no processo desbloqueou novas formas de trabalhar em equipe, com consequências tão amplas e profundas que não cabem nesta curta resposta. Se quiser saber mais, entre em contato.

A crise está exigindo otimização de recursos em todas as áreas, e o fluxo de trabalho BIM é um processo mais eficaz. Os projetos estão ficando cada vez mais complexos e requerem maior colaboração entre os envolvidos, que cada vez têm menos tempo. Os clientes estão demandando projetos em BIM e seus concorrentes estão adotando, de uma forma ou outra, o BIM. E no seu escritório, você continua fazendo no método tradicional CAD, e depois “entregando” o modelo BIM como uma etapa adicional, ou está incorporando o BIM que realmente funciona dentro dos seus processos?

Baseado na experiência do nosso time em quase 10 anos de implementação do BIM nas mais diferentes empresas encontrei alguns fatores de sucesso em comum. Primeiro pense em seu processo atual em termos de valor para seu cliente e como você pode entregar o que ele precisa, no tempo certo, na qualidade desejada, revelando todo potencial da sua equipe. Escolha o melhor software BIM para você usar, e não o software BIM mais usado, desde que ele seja Open BIM, certificado para exportação e importação de IFC (bidirecional). Comece por um projeto piloto, independente do tamanho ou complexidade, com um prazo de entrega duas vezes maior do que o planejado. Não inclua a pressão no prazo de entrega para um desafio que já é grande. A decisão firme da alta administração em entregar um projeto em BIM faz toda diferença. A equipe deve incluir gente aberta a novas tecnologias com gente experiente em como fazer. Essa é uma combinação de sucesso. Entre em contato que iremos ajudar você.

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