Por que?

Por que usar o SDS/2?

CONEXÕES AUTOMÁTICAS INTELIGENTES:


À medida que os elementos são inseridos, como colunas e vigas, as conexões são automaticamente calculadas com todos os furos, parafusos e soldas. Nenhum outro software de detalhamento de estruturas metálicas calcula e detalha as conexões como o SDS/2. A combinação perfeita entre automação e controle para economizar o seu tempo.

ENGENHARIA DE VALOR:

 
As maiores economias de custo de uma engenharia bem feita não está no cálculo de perfis mais leves, apenas, mas em conexões que geram economia na fabricação e na montagem. Você vai calcular ligações de acordo com as normas e considerando também preferências da fábrica, analisando todo o nó, verificando todos os elementos que chegam, evitando potenciais conflitos.
PRECISÃO NA FABRICAÇÃO E MONTAGEM:

 

Se está certo no modelo, a montagem será perfeita. O SDS/2 adota uma abordagem exclusiva e inteligente para o cálculo da ligação, considerando as condições da fabricação e montagem, realizando automaticamente a prevenção de interferências como parte do detalhamento da conexão. Seu trabalho será reconhecido no chão de fábrica e pelos montadores no campo.

MAIS AUTOMAÇÃO, MAIOR PRODUTIVIDADE:

 
Projetistas que adotaram o SDS/2 no lugar de softwares de detalhamento sem tanta automação, na média, dobram a sua produtividade. Cada funcionalidade de automação dentro da ferramenta trabalha de forma integrada para economizar seu tempo na modelagem, no cálculo das conexões, na finalização dos desenhos. Você pode mais com o SDS/2.
PENSADO PARA A FABRICAÇÃO:


O SDS/2 é um dos softwares mais flexíveis do mercado, para que seus usuários tenham tudo que precisam, em qualquer fluxo de trabalho. Modelagem 3D, desenhos de detalhamento, conexões automáticas, croquis, arquivos CNC para fabricação diretamente do modelo aprovado, para atender todas as necessidades dos fabricantes.
 
INTEGRAÇÃO E BIM:


Os modelos do SDS/2 se integram com vários softwares de gestão de fábrica (MRP/MIS) e com diferentes marcas de equipamentos para fabricação. Desde links diretos com o Autodesk Revit, Smart3D, geração de arquivos de comunicação padrão, ou via Open BIM (IFC), o SDS/2 está preparado para um fluxo de trabalho colaborativo.
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FAQ

Perguntas Frequentes

Uma busca rápida no Google vai mostrar respostas diversas. Por se tratar de um conceito abstrato muita gente define BIM (Building Information Modeling) de forma equivocada. É importante saber que BIM não é um software. BIM não é o modelo 3D que permite análise de colisões entre disciplinas, apenas. Após ler as mais variadas definições você chegará à seguinte conclusão: BIM é um método de trabalho no qual as informações, uma vez inseridas no modelo, permeiam todo o ciclo do projeto, passando pela concepção inicial, detalhamento, construção, uso, até a demolição. Esse fluxo de trabalho BIM facilita a criação de um ambiente colaborativo e, como resultado, um projeto melhor, com menos erros e melhor uso dos recursos (tempo e dinheiro).

O Open BIM é um contraponto ao formato proprietário, ou BIM fechado, afinal você deve escolher seu parceiro pela competência e não pelo software que ele usa, correto? Todo software tem sua limitação, mas isso não pode limitar a sua capacidade. O Open BIM é uma iniciativa da buildingSMART para realizar projetos em colaboração usando fluxos de trabalho abertos, padrões e processos transparentes e de livre utilização. Você deve ter o controle do seu modelo e não depender de uma versão de um software para ter acesso às suas informações. As construções são feitas para durar décadas, seu projeto também.

O IFC é importante para que você possa escolher livremente qual é o melhor software e trocar informações ao participar de qualquer projeto. O IFC (Industry Foundation Classes) é um formato de arquivo neutro e aberto, desenvolvido pela buildingSMART, para permitir a interoperabilidade em projetos dentro de um fluxo de trabalho BIM (Building Information Modeling) que realmente funcione. Escolha o melhor software para cálculo estrutural (análise e dimensionamento), detalhamento de estruturas ou instalações (MEP em sistemas prediais), que seja certificado para importação e exportação em IFC. Governos no mundo inteiro estão exigindo que projetos públicos sejam entregues em BIM com formato não proprietário, IFC, inclusive no Brasil.

Contratantes, no mundo inteiro, estão exigindo o BIM para reduzir entre 10% e 30% os custos de construção. Como? Reduzindo erros na execução ao facilitar a comunicação, ainda na fase de projeto, permitindo melhor estudo de alternativas, maior precisão, melhor gestão de tempo e recursos. Conclusão: um projeto em BIM tem um valor agregado maior, mas um custo final mais baixo ao longo das etapas da execução. Pense em quantos lugares e momentos diferentes você repete a mesma informação ao desenvolver o seu projeto. Qual é o impacto dos erros nas suas atividades, em recursos humanos, materiais e tempo? Se os softwares que você usa realmente apoiam um fluxo de trabalho BIM a produtividade, dentro de um escritório de engenharia, será maior, e a percepção de valor do seu cliente também. Um típico caso “ganha-ganha”.

Muita gente acha que o BIM é uma evolução do CAD, assim como o CAD foi uma evolução do desenho à mão. Mas pense bem: o CAD foi uma nova ferramenta, mas o processo básico de projetar continuou o mesmo, desde a época das pirâmides. Objetos representados por linhas em vários desenhos individuais (folhas ou arquivos). Com o BIM o processo mudou, o foco passa a ser o desenvolvimento do modelo e não a produção dos desenhos. Os desenhos são a consequência, um subproduto integrado a uma base de dados desse modelo. Ao alterar o modelo, todos os desenhos relacionados são alterados. Essa mudança no processo desbloqueou novas formas de trabalhar em equipe, com consequências tão amplas e profundas que não cabem nesta curta resposta. Se quiser saber mais, entre em contato.

A crise está exigindo otimização de recursos em todas as áreas, e o fluxo de trabalho BIM é um processo mais eficaz. Os projetos estão ficando cada vez mais complexos e requerem maior colaboração entre os envolvidos, que cada vez têm menos tempo. Os clientes estão demandando projetos em BIM e seus concorrentes estão adotando, de uma forma ou outra, o BIM. E no seu escritório, você continua fazendo no método tradicional CAD, e depois “entregando” o modelo BIM como uma etapa adicional, ou está incorporando o BIM que realmente funciona dentro dos seus processos?

Baseado na experiência do nosso time em quase 10 anos de implementação do BIM nas mais diferentes empresas encontrei alguns fatores de sucesso em comum. Primeiro pense em seu processo atual em termos de valor para seu cliente e como você pode entregar o que ele precisa, no tempo certo, na qualidade desejada, revelando todo potencial da sua equipe. Escolha o melhor software BIM para você usar, e não o software BIM mais usado, desde que ele seja Open BIM, certificado para exportação e importação de IFC (bidirecional). Comece por um projeto piloto, independente do tamanho ou complexidade, com um prazo de entrega duas vezes maior do que o planejado. Não inclua a pressão no prazo de entrega para um desafio que já é grande. A decisão firme da alta administração em entregar um projeto em BIM faz toda diferença. A equipe deve incluir gente aberta a novas tecnologias com gente experiente em como fazer. Essa é uma combinação de sucesso. Entre em contato que iremos ajudar você.

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