Prazos apertados, custos elevados e retrabalho ainda fazem parte da rotina de grande parte dos projetos. Muitos desses problemas começam quando a fabricação e a montagem só são consideradas durante a execução da obra. O Projeto para Fabricação e Montagem, em inglês Design for Manufacturing and Assembly (DfMA) muda essa lógica.
Com o DfMA, as decisões de projeto já levam em conta como as estruturas serão fabricadas, transportadas e montadas. Isso reduz a complexidade, melhora a qualidade e torna o processo construtivo muito mais previsível.
Quais os ganhos na prática?
Ao aplicar DfMA, é possível:
- Padronizar as dimensões das peças.
- Simplificar a montagem em obra.
- Diminuir erros e retrabalhos.
- Ganhar mais controle sobre prazos e custos.
- Aumentar a segurança e a qualidade final.
Essa abordagem é especialmente vantajosa em projetos com pré-fabricados, estruturas metálicas e construção modular, cada vez mais presentes no mercado brasileiro.
DfMA e BIM caminham juntos
Para que o DfMA funcione, o BIM é fundamental. Com o modelo digital, o projeto deixa de ser apenas representação gráfica e passa a concentrar informações de quantitativos, produção e execução.
No ALLPLAN, a filosofia “Projetar para Construir” permite tomar decisões mais cedo, padronizar elementos e preparar o modelo para fabricação e montagem, reduzindo problemas no canteiro.
Quer entender melhor como aplicar o DfMA?
No e-book “Descobrindo os segredos do Projeto para Fabricação e Montagem (DfMA): O guia definitivo para Arquitetura, Engenharia e Construção (AEC)”, você vai ver como essa abordagem funciona na prática e como o ALLPLAN apoia todo o processo, do projeto à execução.
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